Lá no centro do mar, lá nos confins Onde nascem os ventos, onde o sol Sobre as águas doiradas se demora; Lá no espaço das fontes e verduras, Dos brandos animais, da terra virgem, Onde cantam as aves naturais: Meu amor, minha ilha descoberta, É de longe, da vida naufragada, Que descanso nas praias do teu ventre, enquanto lentamente as mãos do vento, Ao passar sobre o peito e as colinas, Erguem ondas de fogo em movimento. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________