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A humanidade não existe sociologicamente, não existe perante a civilização. Considerar a humanidade como um todo é, virtualmente, considerá-la como nação; mas uma nação que deixe de ser nação passa a ser absolutamente o seu próprio meio. Ora um corpo que passa a ser absolutamente do meio onde vive é um corpo morto. A morte é isso - a absoluta entrega de si próprio ao exterior, a absoluta absorção no que cerca. Por isso o humanitarismo e o internacionalismo são conceitos de morte, só cérebros saudosos do inorgânico o podem agradavelmente conceber.
Todo o internacionalista devia ser fuzilado para que obtenha o que quer, a integração verdadeira no meio a que tende a pertencer. Só existem nações, não existe humanidade. ______________________ Vídeo - A ILUSÃO DO LIVRE ARBÍTRIO - Cláudia Feitosa-Santana **************** A TEORIA DOS CAMPOSMÓRFICOS DE RUPERT SHELDRAKE *********** O ENVELHESCENTE - Mário Prata *************** QUEM PENSA, RI – Fernando Pessoa ****************** CARTA DE GEORGE ORWELL EXPLICANDO O LIVRO 1984 ****************** _____________________ ___