
O comediante estadunidense Jerry Seinfeld medita desde os tempos de faculdade todos os dias, duas vezes ao dia “ Mindfulness”, ou atenção plena, é um tema popular nos dias de hoje, assim como a meditação. Cada vez mais, o assunto recebe atenção nos noticiários – aqui no Hype também – e mais estudos são publicados mostrando os benefícios da atenção plena. Embora possa soar como um termo meio psicodélico e muito “New Age” para alguns, há evidências reais de que ser mais consciente pode melhorar quase todos os aspectos da sua vida – e você não precisa ficar horas sentado em posição de lótus para chegar lá.
Mindfulness tem muitos sinônimos. Você pode chamá-la de consciência, atenção, foco, presença ou vigilância. O oposto, portanto, não é apenas inconsciência, mas também distração, desatenção e falta de compromisso. Esta técnica é tanto uma prática quanto um estado de espírito (por falta de uma palavra melhor). Por exemplo, quando você pratica a meditação mindfulness, você está aumentando seu foco (geralmente por prestar mais atenção à sua respiração) e treinando o seu cérebro a ser mais consciente muito tempo depois de você terminar de meditar.
Quando você está exibindo a atenção plena, você está completamente absorto em tudo o que está acontecendo ao seu redor. (Há outros exercícios de conscientização além da mindfulness, como você verá abaixo. Também há muitos outros tipos de meditação, e ainda que estejam intimamente relacionadas, elas não são a mesma coisa). Você pode pensar em mindfulness como simplesmente “estar plenamente no momento”. O Dr. Jon Kabat-Zinn define a prática como “prestar atenção de propósito, no momento presente, sem julgamentos, como se sua vida dependesse disso”.
Essa pode ser a definição simples, mas ficar 100% comprometido não é fácil, especialmente em nosso mundo cheio de distrações. Significa ouvir ativamente e não viajar dentro da sua cabeça (mesmo que só um pouco) quando o seu colega de trabalho conta a mesma história pela terceira vez. E também significa usar todos os seus sentidos até mesmo em situações corriqueiras, como lavar a louça ou andar até o ponto de ônibus. A atenção plena tem raízes na filosofia e religião budista, e é considerada muito importante para o caminho para a iluminação.
Mas a técnica também assume uma nova e secular definição quando vista sob as lentes da psicologia ocidental. A Dra. Ellen Langer, professora de psicologia da Universidade de Harvard (EUA), escreveu um livro sobre conceitos de mindfulness. Ela a define como a inclusão desses atributos importantes: A criação contínua de novas categorias: em vez de confiar rigidamente em categorias e rótulos antigos, a mindfulness está prestando atenção à situação, contexto e vendo novas distinções.
Por exemplo, em vez de ver um tijolo como simplesmente um objeto de construção, você pode também considerá-lo um suporte para livros, uma arma, um batente, e muito mais; Acolher novas informações e ver mais de um ponto de vista: como a criação de categorias, a atenção plena implica também receber continuamente novas informações e estar aberto a novas sugestões (sociais ou não). Você e seu parceiro, por exemplo, podem parecer brigar pelas mesmas coisas de sempre, mas estar aberto ao ponto de vista da outra pessoa poderia mudar essa dinâmica; Colocar o processo acima do resultado: focar em cada passo ao invés de ficar preocupado com os resultados.
Em vez de se preocupar com em gabaritar um teste, por exemplo, concentre-se em realmente aprender o assunto. Em suma, a atenção plena tem a ver com sintonia e ser mais consciente de cada experiência que você tem. Os benefícios da mindfulness “ Então, qual é o objetivo disso?”, você pergunta. Como as definições acima antecipam, a atenção plena poderia ajudá-lo a tornar-se mais focado, mais criativo, mais feliz, mais saudável, mais relaxado e no controle.
Ela também pode ajudá-lo a apreciar mais plenamente cada momento atual (que é tudo o que temos, na verdade). A formação em mindfulness pode: Me